Hello! Segunda é dia de preguiça, então enquanto estava tentando descansar e dando uma conferida básica nas minhas redes sociais, vi um comentário sobre o recebimento da coleção de livros infantis disponibilizados anualmente, de forma gratuita, pelo banco Itaú. Como tinha me esquecido que costumam realizar essa ação linda a favor da literatura geralmente no mês de outubro (mesmo tendo recebido os exemplares para a minha irmãzinha, diga-se de passagem) tomei um pequeno susto e ainda estou preenchida por uma alegria enorme. Tem coisa mais gostosa que ler para uma criança?

Assim, era de se esperar mesmo que partisse em busca de mais novidades e detalhes a respeito desse projeto do banco, para informar direitinho aos meus leitores que são papais, mamães, titios, titias ou que apenas tenham uma criança conhecida, seja na família ou no círculo de amigos, na qual gostariam de plantar a semente da leitura em seu coraçãozinho. Foi nesse momento em que dei de cara com algo muito animador: um aplicativo de celular desenvolvido com o objetivo de incentivar as crianças a lerem, tornando os seus momentos de viagens literárias mais agradáveis e estimulantes! 


Bom dia, meus bonitinhos! Como vocês estão? Como consegui dormir mais um pouco hoje, por não ter tido aula (e eu queria ter tido, porque gosto das explicações do meu professor de Geografia, sério) estou ótima e mais disposta que o normal para encarar mais um dia de muito sol. Obrigada.

Assim, aproveitando essa horinha livre, decidi aparecer para apresentar a vocês um dos últimos lançamentos da Gaivota que me encantou na velocidade de uma piscada: Confusões de dona Ana e confusões de seu José! É impossível não ficar apaixonado (e querendo escrever uma história infantil só para a ilustradora arrasar no serviço, com uma infinidade de cores que antes nem sabia que combinavam tão bem) só conferindo as informações do livro que vou mostrar nessa postagem. 

Boa noite para vocês que, assim como eu, estão pensando seriamente em procurar uma caixinha de palitos de fósforo para colocar embaixo dos olhos, numa tentativa inútil de mantê-los abertos quando desejam se fechar. Espero que estejam ótimos, porque apesar disso e de ter que acordar cedinho amanhã, estou bem também. Com sono ao ponto de ter lembrado de um trecho de pagode (não, eu não gosto de ouvir esse ritmo, até porque fico rindo das letras melosas que transmitem uma dor de cotovelo até para quem não tem ninguém) super animado-brega que é bem assim: O sinal está fechado e na pista tem radar... não posso correr, só andando devagar. Devagar a gente chega onde a gente quer chegar! Eu vou no sapatinho, pra poder te conquistar. Tem como combinar mais com a minha situação? Tirando a última frase, por favor. Chega a ser até meio filosófico, cá entre nós. Platão e Sócrates provavelmente ficariam orgulhosos.

But não se enganem, uma vez que não apareci apenas para tagarelar aleatoriamente. Nesse restinho de terça-feira chuvosa, venho lhes apresentar um dos lançamentos da Gaivota: O ipê a sonhar! Esse é o primeiro livro infantil da autora Madza Ednir (e ainda dizem que meu nome que é complicado de pronunciar) e que trabalha com diversos personagens que são trazidos à história de maneira acumulativa, convidando os pequenos leitores (essa obra é indicada para crianças a partir de três anos) a memorizarem cada aparição da trama. Os nomes são divertidos e, somados às ilustrações coloridas e de fácil interpretação, abrem caminho ao universo lúdico. Bacana, não? 

O ipê a sonhar, de Madza Ednir
Disponível para compra no site da editora
O ipê, chamado Pepê, dormia e sonhava, quando sua amiga Vivi, a bem-te-vi, pousou em seus galhos, trouxe pauzinhos, montou um ninho e cantou bem alto para que o ipê acordasse. De repente, apareceu a pipa Assanhada, que, toda atrapalhada, se enroscou no ninho de Vivi e nas flores amarelas de Pepê. O susto foi tão grande que Vivi botou um ovinho! Para aumentar a confusão, um vento cheio de rebolado levou o ninho e o ovo de Vivi para bem longe. E agora, será que Vivi vai recuperá-los? E Pepê, vai continuar dormindo?