Título original: Invisibillity 
Endereços: Buscapé | Orelha de Livro
Gênero: Romance sobrenatural
Páginas: 322
"Não estamos conversando, mas a ausência de palavras supérfluas incapazes de abranger tudo que vimos e ouvimos nos últimos dias é reconfortante. O fato de os olhos dele encontrarem os meus ajuda a aliviar o meu cérebro confuso. Suas mãos traçam as formas do meu corpo, e os lábios nos meus são capazes de me fazer esquecer de tudo que eu acabara de aprender a temer. Pelo menos por enquanto." Trecho extraído da página 140
Quando conheci essa obra de David Levithan em parceria com a Andrea Cremer, dei pulinhos de alegria e fiquei falando sobre o lançamento com todo mundo. Um dos meus maiores motivos para ter ficado tão contente e cheia de expectativa foi a ótima leitura de Todo Dia, obra na qual conheci o autor. Talvez ter me baseado em outro livro, escrito unicamente por ele, tenha sido uma má ideia, no fim das contas. Achei que fosse encontrar uma coisa e me surpreendi com outra. 

Invisível nos apresenta a história de Stephen, um adolescente que não pode ser visto por ninguém desde o nascimento e que de repente enxerga o seu mundo virar de cabeça para baixo quando, em uma tarde corriqueira, conhece a nova vizinha do apartamento ao lado, chamada Elizabeth. O mais chocante de tudo é que essa garota consegue vê-lo, sendo que nenhuma outra pessoa jamais conseguiu. Stephen sempre passou despercebido pelo mundo. Até que o seu caminho se cruza com o dessa menina e novas possibilidades parecem surgir bem diante dos seus olhos, tanto boas quanto péssimas, transformando toda a certeza em dúvida e modelando a realidade de tal forma a parecer uma loucura inventada. Em um piscar de olhos, maldições e encantamentos se misturam em meio à atmosfera nova iorquina, com direito a romance e uma fantasia que deslumbra qualquer leitor. 

Título original: Nobody's Girl
Endereços: Buscapé | Orelha de Livro
Gênero: Romance Young Adult
Páginas: 336
"Mas o negócio era que eu não queria fazer o que as outras garotas da minha idade faziam, que era ficar bêbada, dar uns amassos nos garotos e arrumar problemas com os pais. Quero dizer, para quê? Você só acabava de ressaca, com chupões e sem mesada." Trecho extraído da página 17
São quase três horas da manhã e tem uns bons vinte minutos que terminei essa leitura. Estou apavorada e com muitos sentimentos à flor da pele, então não podia me dar ao luxo de deitar para dormir sem vir aqui para encarar essa tela em branco e despejar todas as minhas sensações com a trama mais que perfeita elaborada pela escritora mais incrível que já pisou no planeta. Tudo bem, talvez esteja exagerando um pouco, mas realmente estou arrebatada e com cara de pateta, porque depois de um desfecho desses que encontrei, olha, acho muito bom a dona Manning tratar de desenvolver uma continuação para esse romance que me fez parecer bipolar entre os meus familiares, visto que ora gargalhava como se tivesse escutado a piada mais sensacional do mundo, ora começava a abrir a cara para chorar e tive que respirar mais fundo que o habitual para conter uma crise. Depois de um final daqueles, não é justo me deixar chupando dedo! Não mesmo! Chega a ser meio cruel, porque quero conviver mais com a Bea e com o Toph. Muito mais!

Bom, a história trata basicamente de uma adolescente sem tempero, politicamente correta e certinha demais para a sua idade, chamada Bea, que ainda não conseguiu localizar a própria identidade, se encontrando completamente perdida e adepta a rotina, a grosso modo, imposta pela mãe protetora que não consegue sequer pensar na possibilidade da filha chegar perto de um garoto atraente com uma vida sexual ativa por fantasmas do passado. E com uma vida completamente monótona guiada por um oceano materno repleto de preocupação, a protagonista após vivenciar algumas situações nada agradáveis, se depara com a famosa luz no fim do túnel, direcionada para a estação do descobrimento, quando o destino começa a agir a seu favor e lhe faz conhecer um grupo de amigos simpáticos e receptivos mochilando pela Europa. Talvez acasos não existam mesmo, afinal.

Título original: Diary of a Parent Trainer
Endereços úteis: Buscapé | Orelha de Livro
Gênero: Infantojuvenil 
Páginas: 304
"Todos os adultos se comportam melhor e são muito mais razoáveis na frente de outras pessoas. Dificilmente eles vão te perseguir com um cutelo de açougueiro se houver testemunhas por perto. Em momentos de crise, lembre-se dessa informação." Trecho extraído da página 27
Sabem quando uma criança está muito empolgada e quer falar um monte de coisas ao mesmo tempo? Assim, sente como se tivesse uma bola de palavras enorme na garganta, que causa uma falta de ar sufocante. Esse é o meu estado agora que terminei de ler esse livro tão adorável. Sério mesmo. Já imaginava que fosse gostar da história pela sinopse, título, capa e todo o resto, mas não pensei em hora alguma que fosse ficar com essa sensação forte, bem parecida como quando estamos gostando de alguém. Acho que estou amando esse enredo, no fim das contas. Socorro! Estou frita!

Katie Sutton é uma pré-adolescente muito engraçada de treze anos que se diz especialista em adultos, tanto que resolveu escrever um guia de sobrevivência no qual ensina os diversos modos existentes que os compreendem, com instruções de uso e dicas incríveis para fácil operação dos mesmos. Bem como se fossem robôs, vocês não entenderam errado. E como é muito espertinha, criou uma capa falsa, na qual o título do caderno é Equações Matemáticas de Nível Superior. Assim, arranca qualquer tipo de interesse de quem quiser bisbilhotar o exemplar, que também é um diário.

Bom, a história trata basicamente e superficialmente de uma garota que juntamente com os seus irmãos, decide fazer de tudo um pouco para dar um fim, por assim dizer, no novo namorado da mãe, no fundo com medo de que o mesmo venha a substituir o espaço que o falecido pai ocupava na vida dela e de todos. É muito interessante, porque me vi naquelas encrencas, tendo já passado pela situação desagradável. Só que nunca precisei fingir que não gosto de reciclagem ou até mesmo comprar camisetas com logomarcas enormes na frente para estranhamente provocar alguém.

Título original: The Peculiar
Endereços úteis: Buscapé | Orelha de Livro
Gênero: Infantojuvenil
Páginas: 272
"Que pessoa idiota. Por que ele tinha de se benzer e ficar olhando? Ele não é melhor que eu. É só um marinheiro sujo e idiota, e provavelmente não sabe nem ler. Eu sei ler." Página 163
Como uma história pode acabar assim? Alguém pode me dizer? Golpe baixo! Tudo bem que o autor já publicou a continuação, mas isso é injusto pra caramba! Queria muito entender inglês o suficiente para poder ler o desfecho dessa trama eletrizante sem ter que esperar muito. Estou torcendo para que a editora publique-a o quanto antes. E, sinceramente, Stefan Bachmann merece um beijo depois desses dias incríveis de aventura que me ofereceu!

Em um dia que tinha tudo para ser como qualquer outro, os habitantes da Inglaterra começaram a notar fenômenos extremamente incomuns. Isto é, penas negras começaram cair do céu na cidade de Bath e em um piscar de olhos, tudo em um raio de alcance específico simplesmente desapareceu. Casas, construções, pessoas. Tudo mesmo. E é a partir desse mistério que a história começa.

Algum tempo depois que os sobreviventes que não residiam próximos da área afetada pelo estranho acontecimento mortífero começaram a investigar a respeito e obtiveram apenas mais interrogações sombrias, uma guerra entre as fadas e os ingleses teve início. E como a respeito de qualquer outra batalha, é de se imaginar e de se esperar que terá fim algum dia. Engano nesse caso. Entre os seres mágicos e os humanos, apenas tinha começado. Inclua uma dose grande de aventura steampunk capaz de deixar qualquer leitor estrábico por não conseguir tirar os olhos das palavras, suspense e magia. Agora terá um novo livro de cabeceira e um autor para seguir em todas as redes sociais.

Título original: Every Day
Endereços úteis: Buscapé | Orelha de Livro
Gênero: Ficção juvenil americana
Páginas: 280
"Sou como o peixe no aquário, pensando numa linguagem diferente, me adaptando a uma vida que não é meu habitat. Sou as pessoas nos outros carros, cada uma com sua história, mas passando depressa demais para serem percebidas ou compreendidas." Página 159
Caramba, alguém pode me dizer o motivo de eu ter demorado tanto para ler esse livro? Quando comecei essa leitura, tinha altas expectativas. Cansei de ler e ouvir comentários positivos a respeito dessa história e agora estou com o coração em pedaços e com a garganta fechada por ter que me despedir dela e de todos os personagens. Quero chorar até desidratar, será que posso? Quando terminar de escrever essa resenha e passar tudo que senti para vocês, vou me locomover até o banheiro ou enfiar a cara no travesseiro para isso. Ninguém merece um teclado todo molhado por causa de uma maluca que não consegue controlar as suas emoções, certo?

Nesse livro conhecemos a história de A, uma pessoa que todo dia acorda em um corpo diferente, vivendo vinte e quatro horas a rotina do indivíduo em que se hospedou. De forma mais prática, pega o corpo emprestado por um dia. Tem acesso às lembranças do proprietário e tudo. É como se fosse aquela pessoa que manipula um fantoche, um titereiro, tendo controle total sobre o ser por um dia. Como ele é um cara do bem, criou regras para isso, de modo que não se permite interferir na vida alheia. Não dá pitaco, pois não se acha no direito de mudar nada. Mas como ninguém prevê o futuro, as coisas se transformam quando ele em uma manhã acorda no corpo de Justin e acaba conhecendo Rhiannon, sua namorada. E inevitavelmente cria uma conexão com a garota, o que poderá ser tanto um grande problema, quanto uma enorme bênção.

Essa história é diferente de toda e qualquer outra que já tive a oportunidade de conhecer. Primeiro, porque o protagonista se chama A. Não, você não leu errado. O nome dele é A mesmo, uma vogal. Segundo, porque todo o contexto em si é estupidamente original. E terceiro, porque ela engloba muita coisa, muita mensagem positiva e humana, de um jeito simples de engolir. Não é como ouvir um sermão de alguém que se acha com moral suficiente para isso. É como escutar conselhos vindos de alguém com experiência e que você sabe muito bem que quer o seu bem. Sua felicidade. 

Diário de Uma Paixão
Título original: The Notebook

Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 208
Classificação final: 5\5
Livro no skoob: aqui

Sinopse: "Não sou nada especial; disso estou certo. Sou um homem comum, com pensamentos comuns, e vivi uma vida comum. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome em breve será esquecido, mas amei outra pessoa com toda a minha alma e coração e, para mim, isso sempre bastou." Noah Calhoun. Assim tem início uma das mais emocionantes e intensas histórias de amor que você lerá na vida... O livro é o retrato de uma relação rara e bela, que resistiu ao teste do tempo e das circunstâncias. Com um encanto que raramente é encontrado na literatura atual, O Diário de uma Paixão de Nicholas Sparks, o consagra como um contador de histórias clássicas, com uma perspectiva excepcional sobre a mais importante e única emoção que nos mantém. Com mais de 12 milhões de cópias vendidas, o livro que emocionou as pessoas ao redor do mundo, foi traduzido para mais de 20 línguas. 

Sinceramente não sei como começar essa resenha. Esse foi um dos livros que mais me surpreendeu, apesar dos comentários que já vi por aí sobre ele, não muito animadores para efetuar a leitura. O engraçado é que não iria comprá-lo, já que tenho uma lista bem grande de livros que quero muito ler e esse não era um dos casos mais urgentes. Por um acaso do destino o encontrei na revista da Avon, em promoção. Junto dele estavam mais algumas obras do Sparks, que eram Querido John, Um Amor para Recordar e A Última Música. Fui mais pela capa mesmo, tenho de confessar. Mas vocês não sabem o quanto fico grata por tê-lo escolhido.

A história começa sendo contada em 1ª pessoa pelo Noah, sendo ele mais velho e em uma casa de repouso. Depois do primeiro capítulo passa a ser narrada em 3ª pessoa, quando ele começa a ler o diário de sua vida com a Allie.

Pode parecer estranho, mas quando vi o nome Noah pensei que fosse uma personagem e não um personagem. Não sei o porque disso. Temos como personagens principais Noah e Allie. Como secundários mas não menos importantes, temos Lon, que é o noivo de Allie e Clementina, que é a cadela de Noah, apelidada como Clem. Fiquei feliz quando a conheci com o decorrer da leitura, pois amo animais! 

Fallen

Título original: Fallen
Editora: Galera Record
Autora: Lauren Kate
Livro no skoob: aqui
Número de páginas: 401
Classificação final: 4\5

Sinopse: Há algo estranhamente familiar em Daniel Grigori. Misterioso, ele captura a atenção de Luce Price desde o momento que ela o vê em seu primeiro dia no internato Sword & Cross, em Savannah, Georgia. Ele é o único brilho em um lugar onde celulares são proibidos, os outros alunos são toscos e câmeras de seguranças acompanham todos os movimentos. Mesmo que Daniel não queira nada com Luce, e faz com que isso fique bem claro, ela não consegue deixar pra lá. Atraída por ele como uma mariposa é atraída por uma chama, ela tem que descobrir o que Daniel está tão desesperado pra esconder, mesmo que isso possa matá-la.

Peguei esse livro emprestado com um amigo, porque sempre achei a capa dele um tanto depressiva, mas bonitinha. Não esperava muito da história, o que fez com que a classificação final fosse um pouco mais alta do que muitos que o leram, deram. Esse é o primeiro livro da série. O segundo volume é Tormenta, o terceiro Paixão e o quarto Êxtase, que será lançado em novembro. Também há um livro paralelo na série, Apaixonados. Ao clicar em um dos nomes em negrito, você será redirecionado para a página deles no skoob. As capas são lindas! Falando nisso, a capa de Fallen está ligada com um segredo revelado no mesmo livro. 

Tudo começa na Sword & Cross, um reformatório para pessoas problemáticas, onde os vermelhos reinam (câmeras de vigilância). Lucinda Prince, conhecida como Luce, foi para lá por um incidente passado, estranhamente misterioso. Luce possui um dom ou uma maldição, que vai se aprimorando com o passar do tempo. Assustadora, posso dizer.