https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiusAPtqvsdOUZ8bS1K5PZHcSCKjAI5tc_a6MmeM942Wg15yhpbWDvhQnVXAQtCgRKhQBH-y9aoSa9PXC14siVI5d2MmyKQuEMRGg-kf8L3b40Fgi5YaMjCM2UH5UW3P25xOoAa-eCeyKo/s1600/omeninodamala_capa.jpgTítulo original: Drengen I Kufferten

Gênero: Ficção dinamarquesa 
Livro no Skoob: aqui
Quantidade de páginas: 256
Classificação: 4/5
"De vez em quando chorava baixinho, quase em silêncio. Nada de berros e soluços, apenas o choramingar tímido de um bicho indefeso, o que talvez fosse pior."
Sabe quando você lê um livro e um sentimento gigantesco de vazio te preenche após a conclusão do mesmo? Sei que este é o primeiro livro da série da enfermeira Nina Borg, mas chega a ser incrível o modo com o qual os meus sentimentos a respeito desta obra mudaram de uma hora para outra, visto que pertinho do final deste primeiro volume estava super empolgada e totalmente sem fôlego diante dos acontecimentos. 

Nina Borg é uma enfermeira um tanto que obcecada com o desejo de salvar o mundo e todas as pessoas que puder, independente de quem seja ou em qual lugar tenha que ir para que isso ocorra. Certo dia, sua velha amiga de faculdade Karin lhe pede um favor e ela, apesar de estranhar o fato da garota não querer lhe contar muito inicialmente do que se trata, o aceita.

Logo mais, encontra-se com com a tal e esta lhe entrega uma ficha preta, com dois pares de números, dizendo que são uma orientação para que Nina possa buscar uma mala no guarda-volumes da Estação Central. Cheia de mistério, Karin ainda pede que ela seja cuidadosa e só abra-a quando estiver sozinha e bem longe do local. Até cocaína a enfermeira pensou que poderia ter naquela mala, mas não um menino de três anos, nu, dopado, todo encolhido e vivo.